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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Citações #5

«Todos eles tinham desempenhado os seus respectivos papéis muito bem. Conseguiram enganá-lo o tempo todo. Contudo, falharam apenas numa única coisa: não o tinham matado. E agora era a sua vez.»

Seis Campas até Munique, Mario Puzo

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Citações #4

«Tenho uma gaveta cheia de relógios, quase todos oferecidos por um pai que nunca chega a horas...»
 
A Lua de Joana, Maria Teresa Maia Gonzalez

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Citações #3

« - Gosta do mar, capitão.
   - Sim! Amo-o! O Mar é tudo! Cobre sete décimos do globo terrestre. O seu ar é puro e sadio. É o imenso deserto em que o homem nunca está só, porque sente a vida por todos os lados. O mar não é mais que o veículo duma existência sobrenatural e prodigiosa; não é mais que movimento e amor; é o infinito vivo, como disse um dos vossos poetas.»
20 000 Léguas Submarinas, Júlio Verne

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Citações #2

«Sua vida era uma vida desgraçada de menino abandonado e por isso tinha que ser uma vida de pecado, de furtos quase diários, de mentiras nas portas das casas ricas. Por isso na beleza do dia Pirulito mira o céu com os olhos crescidos de medo e pede perdão a Deus tão bom (mas não tão justo também...) pelos seus pecados e os dos Capitães da Areia. Mesmo porque eles não tinham culpa. A culpa era da vida.»

Capitães da Areia, Jorge Amado

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Citações

Caros visitantes deste meu canto, onde falo abertamente sobre livros e tudo o que os rodeia, venho desta forma informar-vos do nascimento de uma nova rubrica aqui no blog. Essa rubrica tem o mesmo titulo deste post, Citações, e servirá para eu transcrever das obras que vou lendo aquelas frases que saltam à vista, aquelas que nos fazem voltar atrás para lê-las novamente e reflectir sobre o seu sentido, beleza estética, etc.

Abaixo poderão ler a frase inaugural desta nova rubrica;

Meursault, a propósito do seu quotidiano prisional;

«Assim, quanto mais pensava mais coisas esquecidas ia tirando da memória. Compreendi, então, que um homem que houvesse vivido um único dia poderia sem custo passar cem anos numa prisão. Teria recordações suficientes para não se maçar.» O Estrangeiro, Albert Camus